O CREA-MA, por meio do programa Crea Qualificando, promove mais uma capacitação gratuita voltada para profissionais da área. Desta vez, o tema é Engenharia Estrutural, um dos pilares da engenharia civil moderna.
O curso será realizado entre os dias 25 e 29 de agosto, das 18h às 22h, com transmissão ao vivo pelo YouTube e opção de participação presencial no Plenário do CREA-MA, em São Luís.
A capacitação é gratuita e será ministrada pelo professor Engenheiro Civil Carlos Alberto Araújo Lima, especialista em estruturas de concreto armado e fundações de geotecnia.
Confira a ementa:
Levantamento de cargas atuantes em uma estrutura metálicas. Pré dimensionamento estrutural e precificação de projeto. Estudo de ventos em estruturas metálicas planas e cilíndricas. Cálculo manual de estruturas metálicas conforme NBR 8800. Modelagem, Cálculo completo de estruturas metálicas e análise estrutural completa com o CYPE3D. Cálculo manual de Ligações parafusadas e soldadas. Uso do Software Tekla para Modelagem, detalhamento estrutural 2D3D. Uso do Solidworks para modelagem. Uso do Cype3D para modelagem e cálculo. Uso do ROBOT STRUCTURAL para modelagem e cálculo. Uso de planilhas/ciclone/visual ventos e para cálculos complementares
Aprovada pelo Colégio de Presidentes, a proposta do presidente Wesley Assis busca atualizar valores congelados desde 2022 e garantir remuneração justa, em conformidade com a Lei 4.950-A/66
Por ASCOM CREA-MA
O presidente do CREA-MA, eng. mec. Wesley Assis, apresentou proposta durante o Colégio de Presidentes em São Paulo, que aconteceu dias 15 e 16 de julho.
O Colégio de Presidentes do Sistema Confea/Crea aprovou, por unanimidade, durante sua 4ª Reunião Ordinária em São Paulo, uma proposta apresentada pelo presidente do Crea-Maranhão, eng. mec. Wesley Assis, que visa a criação de um Grupo de Trabalho para atualizar o piso salarial dos profissionais regulamentados pelo Sistema.
Atualmente, o valor está congelado desde 2022, quando o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu manter como base o salário mínimo da época (R$ 1.212,00), resultando em um piso de R$ 7.272,00 para uma jornada de 6 horas diárias. Enquanto isso, o salário mínimo nacional subiu para R$ 1.518,00 em 2025, mas os profissionais da categoria não tiveram seus pisos reajustados proporcionalmente.
Lei 4.950-A/1966: O que diz a legislação? O presidente Wesley Assis reforçou que o novo piso deve seguir a Lei nº 4.950-A/66, que estabelece os critérios para remuneração dos profissionais de Engenharia, Agronomia e áreas afins: 6 horas diárias equivalem a 6 salários mínimos, assim como 7 horas diárias equivalem a 7,25 salários mínimos e 8 horas diárias devem equivaler a 8,5 salários mínimos. "A Lei 4.950-A já determina que o piso deve corresponder a 6 vezes o salário mínimo vigente para 6 horas diárias. No entanto, devido à decisão do STF em 2022, ficamos com o valor congelado, enquanto o mínimo nacional já subiu. Precisamos corrigir essa distorção e assegurar que a lei seja cumprida integralmente", afirmou Wesley Assis.
Por que o reajuste é urgente? Em 2022, com o mínimo em R$ 1.212,00, o piso ficou em R$ 7.272,00 (6x o mínimo); Em 2025, com o mínimo em R$ 1.518,00, o piso deveria ser R$ 9.108,00, mas permanece defasado.
A proposta prevê a criação de um Grupo de Trabalho (GT) para elaborar um projeto de lei que será enviado ao Congresso Nacional, buscando corrigir essa distorção e garantir a justa remuneração dos profissionais.
O presidente Wesley Assis destacou ainda que proposta impacta diretamente na valorização da categoria: "É essencial que os profissionais do Sistema Confea/Crea tenham seus pisos reajustados de forma justa, acompanhando a evolução do salário mínimo nacional e garantindo a valorização da nossa categoria. Essa medida não só assegura melhores condições de trabalho, mas também reforça o reconhecimento desses profissionais perante a sociedade", finalizou.
Horário: 8h às 14h
Segunda à sexta-feira
Av. dos Holandeses, Quadra 35, Lote 08, Calhau, São Luís - MA
CEP 65071-380
98 2106.8300
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