Dia do Engenheiro de Pesca.

 

 

A nossa homenagem hoje a todos os engenheiros de pesca pelo seu dia. Nosso agradecimento a estes profissionais que trabalham desde a cultura até a industrialização de organismos aquáticos, explorando com sustentabilidade os recursos pesqueiros.

Eng. eletric. Berilo Macedo
Presidente do Crea-MA.

Dia do Engenheiro Avaliador e Perito de Engenharia.

 

 

Hoje, 13/12, Dia do Engenheiro Avaliador e Perito de Engenharia, parabenizamos todos estes profissionais que se dedicam ao cumprimento das normas por meio de inspeções prediais, além de eliminar os riscos e perdas em projetos de bens patrimoniais.

Eng. eletric. Berilo Macedo
Presidente do Crea-MA.

 

Debate sobre Cidades Inteligentes pauta reunião da Civil.

Foi realizada na semana passada, em Brasília (DF), a 4ª Reunião Ordinária da Coordenadoria de Câmaras Especializadas de Engenharia Civil (CCEEC). Coordenada pelo eng. civ. Rogério de Carvalho, os coordenadores presentes, inclusive virtualmente, discutiram a promulgação da Resolução 1121/2019, a Educação a Distância (EaD) e a análise curricular sob a ótica das Novas Diretrizes Curriculares de Engenharia (DCNs).

Do Maranhão, participou o coordenador da Câmara Especializada de Engenharia Civil, Geologia e Minas do Crea-MA, o eng. civil  Ranyelle Ricardo Santos.

Já o segundo dia, na quarta-feira (02), foi aberto com a palestra: “Como o profissional da Engenharia pode contribuir para Cidades Inteligentes?”, ministrada pela geógrafa Grazielle Carvalho.  Segundo a palestrante, “a Cidade Inteligente é humana, eficiente, sustentável (baseada no tripé: economia, sociedade e meio ambiente) (previsto inclusive no Estatuto da Cidade), que vai para além de um mandato, envolve médio e longo prazo”.

De acordo com Carvalho, as Cidades Inteligentes devem injetar U$ 2,5 trilhões na economia para implementar as inovações. “Acabamos de passar por uma eleição, este é o momento de contribuirmos para as políticas públicas, o que inclui as Cidades Inteligentes. O profissional da engenharia é quem tem de ajudar esses gestores a entender a cidade que eles vão receber em 1º de janeiro e a cidade que querem entregar em 31 de dezembro de 2024. Nós, do Sistema Confea/Crea, temos de atuar como agentes de inovação, pois são 5.570 municípios com, pelo menos, um profissional da engenharia. Precisamos criar uma rede de consultores e gestores inteligentes”, defendeu Grazielle. Confira a apresentação.

Em 2019, o Governo Federal lançou o Programa Nacional de Estratégias para Cidades Inteligentes Sustentáveis, com o objetivo de definir indicadores e metas e impulsionar a transformação dos municípios brasileiros em cidades inteligentes. A consolidação desse novo conceito de gestão pública será coordenada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (Mctic), órgão designado pela Presidência da República para organizar e liderar a Câmara Nacional de Cidades Inteligentes, que será responsável por reunir e congregar os interesses dos demais ministérios e setores representativos da sociedade no que tange ao desenvolvimento de Cidades Inteligentes.

Grazielle Carvalho, que já foi conselheira do Crea-MG, é autora do livro “Cenários Futuros para Cidades Inteligentes”, que discute as potencialidades e limitações dos métodos de análise espacial e modelos de simulação de paisagem na construção de Cidades Inteligentes.

FONTE: SITE DO CONFEA.

Em parceria com o Crea-MA e Senge-MA, Conpej realizará mais um Curso de Perícias Judiciais.

O Conselho Nacional dos Peritos Judiciais da República Federativa do Brasil – CONPEJ, em parceria com o Crea-MA e o Sindicato dos Engenheiros no Estado do Maranhão (Senge-MA), realizará nos dias 18 e 19 dezembro,  o Curso de Perícia Judicial online por Transmissão ao Vivo. Com uma carga horária de 20 horas/aula, das 9h às 18h, o curso  vai tratar dos aspectos técnicos da profissão, para que os mesmos possam ter conhecimentos e possibilidades de atuar na esfera Judicial e Extrajudicial.

O sistema metodológico utiliza diversos recursos disponíveis em tecnologia para promover uma maior interação de seus participantes. Com a presença do professor em sala de aula esclarecendo as dúvidas e interagindo com o aluno, aplicando exercícios e provendo meios de visualização da prática do dia a dia.

Estão inclusos no curso os benefícios:

  • Filiação ao CONPEJ: BÔNUS
  • Carteira Associativa: BÔNUS
  • 1° Anuidade: BÔNUS
  • Inclusão no Banco de Dados de Perito do CONPEJ: BÔNUS
  • Assistência durante 1 ano
  • Sala de debate pós curso
  • Clube de Vantagens com diversas empresas parceiras

 

Maiores informações pelo link:

https://api.whatsapp.com/send?phone=5581982800556&text=CONPEJ%20-%20PE

conpejpe@conpej.org.br

(81) 3877-3963
(81) 98280-0556

 

 

Realizada a primeira reunião da equipe de transição para a nova gestão do Crea-MA.

Foi realizada na manhã desta quarta-feira (02) a primeira reunião da equipe de transição para o presidente eleito do Crea-MA, Luís Plecio Soares. A reunião, que aconteceu na sede do Crea-MA, tem como objetivo a colaboração entre a atual gestão e a gestão eleita, bem como a transparência da gestão pública, planejamento da ação governamental e evitar a descontinuidade dos serviços prestados.

Sob a coordenação da controladora do Crea-MA, Suely Brandão, participaram da reunião, como representantes do Crea-MA, o chefe da assessoria técnica eng. elet. Geraldo Ribeiro, a ouvidora Marisa Vieira e ainda como indicados pelo presidente eleito, o eng. ambiental Sérgio Fernando Saraiva da Silva, a advogada Andreia Ferreira de Sousa e o contador Jaldo Barroso Filho.

Dentre as informações da área administrativa repassada pela equipe do Crea-MA, foi informado o andamento do processo para a construção da nova sede própria do Conselho, do aluguel do prédio onde funcionará o Crea-MA até que seja concluída a obra e ainda sobre o processo de manutenção do prédio onde atualmente funciona a sede Conselho, dentre outros.

Os recursos financeiros para a construção da nova sede já estão garantidos por meio de convênio de auxílio financeiro que foi assinado entre o presidente do Crea-MA, Berilo Macedo e o presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), Joel Krüger, durante o lançamento da pedra fundamental da nova sede, que ocorreu no terreno adquirido pelo Conselho.

O recurso oriundo do  Confea é no valor de R$ 2.300.000,00 de linha de crédito, e contrapartida de R$ 1.812.690,13 do Crea-MA, totalizando R$ 4.112.690,13.

O engenheiro Sérgio Fernando Saraiva da Silva fez uma avaliação positiva sobre a reunião. “Primeiro ponto é que a transição é de suma importância para não haver nenhum prejuízo para o andamento do nosso Conselho. Uma vanguarda no Estado que demonstra o engajamento dos envolvidos e a disposição para fazer do CREA-MA uma instituição cada dia melhor”, afirmou Sérgio.

 

Texto: Vitória Castro

Assessoria de Comunicação do Crea-MA.

 

 

Crea-MA realiza votação para diretor-financeiro da Mútua durante 11ª Reunião Plenária Ordinária.

Conduzida pelo presidente do Crea-MA, Berilo Macedo, foi realizada na noite da última terça-feira (01/12) a 11ª Reunião Plenária Ordinária do Crea-MA, que aconteceu de forma presencial e online. Durante a reunião foi reeleito o diretor-financeiro da Mútua – Caixa de Assistência aos Profissionais do Crea, eng. agro. Durval Ribeiro Alves.

Com a votação da plenária, a diretoria da Mútua-MA para o triênio 2021-2023, será composta pelo eng. civ. Raimundo Xavier Lima Silva (diretor-geral), Raimundo Monteiro (diretor-administrativo) e Durval Alves como diretor-financeiro, todos presentes durante a votação dos conselheiros.

A votação foi conduzida pelos membros da Comissão Eleitoral Regional do Maranhão (CER-MA), o coordenador Eng. Civ. Arnaldo Carvalho Muniz e os membros:  Eng. Elet. Ciro Dal Bianco Lopes e o Eng. Agro. Rodrigo Jorge Silva Braga.

Ainda como parte da pauta da plenária, também foi apresentado pela controladora do Crea-MA, Suely Brandão, o balancete do mês de outubro/2020.

Sobre o calendário de Reuniões Plenárias e de Diretoria para o exercício 2021, de acordo com a votação dos conselheiros ficou acertado que as reuniões continuarão a acontecer toda primeira terça-feira de cada mês, bem como da diretoria, que acontece uma semana antes da realização da plenária.

Também participaram da 11ª Reunião Plenária Ordinária do Crea-MA, os conselheiros Eng. mec. Nelson Cavalcanti (vice-presidente do Crea-MA), Eng Civ. Antônio Carlos Amaral Ribeiro (diretor-administrativo do Crea-MA),  Geólogo Thiago Vieira Moreira, Eng. Agr. José de Jesus Nunes de Oliveira, Eng. Civ. Luciana Soares Santos Jacinto, Eng. Civ. José Henrique Campos Filho, Eng. Civ. Luís Antônio Simões Hadade, Eng. Civ. Francisco de Assis Alves da Cunha, Eng. Mec. Flávio Henrique Silva Campos, Eng. civ. Paulo Sérgio Santos Moreira, Eng. Segurança do Trabalho, Antônio Vilson Silva Dias, Eng Elet. Catterina Dal Bianco,  Eng. Agro. Leida Souza, Eng. Elet. Fernando Antônio Carvalho de Lima, e ainda o Superintendente de Fiscalização, eng. mec.  Wesley Assis, a controladora Suely Brandão e assessores do Crea-MA.

 

Texto: Vitória Castro

Assesssoria de Comunicação do Crea-MA.

Geologia e Engenharia de Minas discutem resolução 1.073.

Na abertura da reunião da Coordenadoria Nacional das Câmaras Especializadas de Geologia e Engenharia de Minas (CCEGEM), nesta quarta (25),  os profissionais discutiram os resultados dos grupos de trabalho voltados às discussões sobre o Manual de Fiscalização, à análise curricular sob a ótica das Novas Diretrizes Curriculares de Engenharia e ao panorama sobre Educação a Distância – EaD. “Todas as decisões ficaram para amanhã”, anunciou o coordenador da CCEGEM, geólogo Caiubi Kuhn, ao final dos trabalhos do primeiro dia. A reunião prossegue até sexta-feira, no Hotel San Marco, em Brasília. A abertura contou com a participação do conselheiro federal geol. Waldir Duarte.

O representante do plenário do Crea-MA na Coordenadoria Nacional das Câmaras Especializadas de Geologia e Engenharia de Minas, geólogo Thiago Vieira Moreira, participou da reunião em Brasília.

Sobre a discussão do Manual de Fiscalização, Caiubi ponderou a “importância de se ter o manual para auxiliar na fiscalização, dentro desse acordo que está sendo desenvolvido para facilitar o processo de fiscalização”.  Sobre o Ensino a Distância, mencionou que, apesar de hoje, ele atingir apenas um curso de Engenharia de Minas, registrado no MEC, “é importante discutir, pois podem aparecer outros cursos nos próximos anos”.

Durante os diálogos com seus pares, Caiubi ressaltou, ainda em relação a esse tema, que “não se trata de discutir o que seria a ementa do curso de Geologia ou de Engenharia e Minas. O que é pedido é a sugestão de metodologia de como se poderia analisar os cursos presenciais e os cursos de EaD, incluindo os tecnólogos que estão ligados à nossa área. O curso presencial pode ser até 40 por cento a distância. Não vamos ter ainda uma decisão final, vamos apenas apresentar diretrizes gerais sobre quais os caminhos para o Confea resolver essas questões”.

Novas Diretrizes

Com o posicionamento central de que “não podemos mudar a grade, mas temos competência para mudar a atribuição”, o coordenador conduziu as discussões sobre as Novas Diretrizes Curriculares.  “São dois universos diferentes. O sistema de ensino é autônomo para se autorregular. O sistema profissional também. Temos autonomia para dizer quem pode desenvolver determinada atribuição ou não”, ressaltou, esclarecendo depois à Equipe de Comunicação do Confea que a mudança atinge apenas a Engenharia de Minas, “já que a Geologia tem uma diretriz curricular própria, de 2015”.

Critérios e descalabros

Ao jornalismo do Confea, Caiubi acrescentou ainda que, desde que a Resolução foi criada, vem se discutindo mecanismos para sua implementação. “Cada curso é específico, por mais que sejam relativamente parecidos. Esse é um desafio. E as mudanças nas Diretrizes Curriculares demandam outras discussões sobre como vamos responder isso para as atribuições profissionais. Tem que ser instrumentalizada. Na minha opinião pessoal, o que precisamos é estabelecer mais resoluções para auxiliar na concessão de atribuições e para também permitir analisar a qualidade da formação, do ponto de vista da concessão de atribuição profissional. Essa é uma discussão interessante para o presencial e para o EaD, mas é preciso ter critérios para as concessões de atribuição profissional”.

Coordenadora da Câmara de Geologia e Engenharia de Minas do Crea-MG, a geóloga Francisca Printes ressaltou que o MEC é autônomo para discutir questões de currículo e carga horária, “ o que possibilita que ele abra vários cursos que não contribuem com nada, colocando o nome do curso com duas modalidades, por exemplo. A gente vê descalabros, como uma pós-graduação em Engenharia de Minas, por exemplo, mas a nossa questão é dar a atribuição porque é a isso que nos limitamos. A gente tem ressalvas com relação às nossas leis, mas também temos ressalvas com relação ao MEC. Também não acredito em projetos pedagógicos que se compram na esquina, e você vai fazer uma vistoria e lá não tem nada daquilo que é prometido. Tem que ver o que ela estudou, isso é que dá a atribuição”.

Coordenador da Câmara no Crea-AP, o geólogo Paulo César da Silva Gonçalves, reforçou que o Conselho dá atribuição, não dá titulação. “A 5.194 foi generalista. O avanço que houve na ciência propiciou uma série de atribuições dadas por resolução. Se formos discutir o tempo todo que resolução não é um instrumento normativo, teríamos que voltar ao zero. Enquanto isso, técnicos estão fazendo serviços de geólogos, engenheiros de minas. Temos que ter cuidado com essas questões. Senão, vamos ficar o tempo todo nessa discussão e não vamos chegar a lugar nenhum”. Em outro exemplo, ele afirmou que “há uns 15 anos, uma universidade do Amapá colocou o curso de Engenharia de Florestas Tropicais. Eu disse que isso daria problema na hora da atribuição porque eles só poderiam atuar na região Norte. E aí eles mudaram o nome do curso. Para quê complicar?”.

 FONTE: SITE DO CONFEA (matéria editada).

 

 

Agricultura digital é tratada no último dia da 3ª Reunião da CCEAGRO.

Agricultura digital foi o tema da palestra apresentada pelo professor do Departamento de Engenharia Agrícola da Universidade Federal de Viçosa (UFV) Daniel Marçal de Queiroz, em 26 de novembro de 2020. No último dia da 3ª Reunião da Coordenadoria das Câmaras de Agronomia (CCEAGRO), realizado na sede do Crea-MG, Daniel falou como ocorreu a evolução da agricultura ao longo das últimas décadas, destacando que a mecanização agrícola foi um marco importante para melhorar as condições de solo a fim de facilitar a germinação das sementes e o crescimento das plantas. Ele também destacou que diversas tecnologias, como sensores e drones, estão sendo utilizados com mais frequência no campo para aumentar a produtividade agrícola.

O professor reiterou que o mundo está passando por uma fase de crescimento populacional bastante acelerado e que esse aumento traz desafios. “Temos hoje cerca de 7,8 bilhões de pessoas no mundo e em 2050 as projeções são para 10 bilhões. Maior população, maior a necessidade de alimentos. Então, nosso grande desafio é aumentar a eficiência dos sistemas de produção para garantir a segurança alimentar. Um dos fatores que deve contribuir para isso é a agricultura digital, que utiliza máquinas e sistemas inteligentes e faz uso de internet das coisas e da inteligência artificial para automatizar tomadas de decisões”, explicou.

A coordenadora adjunta da Câmara Especializada de Agronomia do Crea-MA, eng. Agro. Leida Souza, participou do evento.

Para o coordenador nacional da CCEAGRO, engenheiro agrônomo Thiago Castro de Oliveira, a 3ª Reunião da Coordenadoria foi produtiva em termos de participação e discussão dos assuntos apresentados. “Nesses três dias, participaram seis conselheiros federais, o presidente do Crea-MG, profissionais do Sistema e coordenadores [de Câmaras Especializadas] de Creas de 25 estados. Foi muito proveitoso. A palestra sobre agricultura digital foi muito interessante porque casou muito bem com a primeira do ex-ministro Alysson Paolinelli. A gente sai daqui com um pouquinho mais de conhecimento para levar para os nossos regionais”, ressaltou.  A próxima reunião da CCEAGRO será realizada virtualmente no dia 7 de dezembro.

No segundo dia da 3ª Reunião da Coordenadoria das Câmaras de Agronomia (CCEAGRO) a discussão foi em torno da fiscalização em hospitais. O assunto foi tratado pelos conselheiros federais por Goiás, Annibal Lacerda Margon e pelo Rio Grande do Sul, Andréa Brondani da Rocha. Segundo Annibal, a Comissão Nacional de Ética e Exercício Profissional (Ceep) elaborou uma nota técnica que discrimina todas atividades de fiscalização da engenharia nos hospitais. “Essa nota técnica detalha o que deve ser observado pelo fiscal para que quando adentrar ao hospital possa verificar qual atividade da engenharia está sendo praticada ali”, frisou.

Controle de pragas urbanas é uma das atividades que devem ser fiscalizadas nos hospitais. A conselheira Andréa também apontou a produção de fitoterápicos. “Existe uma rede de hospitais trabalhando com as chamadas farmácias vivas, fitoterápicos produzidos por engenheiros agrônomos que têm que ter responsabilidade técnica sobre a produção ou importação de lotes. Isso é regulamentado pela Anvisa e quem dá esse laudo é o engenheiro agrônomo”, destacou Andréa.

A fiscalização em unidades de saúde na região metropolitana de Belo Horizonte já tem sido feita pelo Crea-MG há mais de dois anos. O gerente do Departamento de Fiscalização, engenheiro agrônomo Humberto Falcão, presente à reunião, explicou como é o trabalho realizado pelo Conselho. “Aqui em Minas temos um ofício que entregamos aos hospitais, explicando que o Crea não vai fiscalizar a medicina, mas vai garantir o melhor desempenho dela ao fiscalizar as empresas que prestam serviços de engenharia”, realçou.

Outros assuntos tratados na reunião foram o Projeto de Lei 5.465/2019, que refere-se à rastreabilidade de agrotóxicos, a Resolução CFT 110/2020, que dispõe sobre atribuições dos técnicos industriais em meio ambiente, e requisitos básicos para a capacitação de peritos rurais.

Manual de Fiscalização Agronomia – O Manual foi aprovado pelos coordenadores de Câmaras Especializadas dos Creas. O coordenador nacional da CCEAGRO, Thiago Castro de Oliveira, reforçou na ocasião,  que as normas de fiscalização deverão ser validadas por meio de Decisão das Câmaras Especializadas dos Creas, não havendo a necessidade de adoção do rito especializado previsto pela Resolução nº 1.034, como foi decido em plenária do Confea. “Aprovado aqui na CCEAGRO, como ocorreu por unanimidade, o Manual já pode ser disponibilizado para os Regionais para que possam elaborar seus planos e, assim, fortalecer a fiscalização”, afirmou.

FONTE: SITE DO CONFEA (matéria editada)