Realizada a primeira reunião da equipe de transição para a nova gestão do Crea-MA.

Foi realizada na manhã desta quarta-feira (02) a primeira reunião da equipe de transição para o presidente eleito do Crea-MA, Luís Plecio Soares. A reunião, que aconteceu na sede do Crea-MA, tem como objetivo a colaboração entre a atual gestão e a gestão eleita, bem como a transparência da gestão pública, planejamento da ação governamental e evitar a descontinuidade dos serviços prestados.

Sob a coordenação da controladora do Crea-MA, Suely Brandão, participaram da reunião, como representantes do Crea-MA, o chefe da assessoria técnica eng. elet. Geraldo Ribeiro, a ouvidora Marisa Vieira e ainda como indicados pelo presidente eleito, o eng. ambiental Sérgio Fernando Saraiva da Silva, a advogada Andreia Ferreira de Sousa e o contador Jaldo Barroso Filho.

Dentre as informações da área administrativa repassada pela equipe do Crea-MA, foi informado o andamento do processo para a construção da nova sede própria do Conselho, do aluguel do prédio onde funcionará o Crea-MA até que seja concluída a obra e ainda sobre o processo de manutenção do prédio onde atualmente funciona a sede Conselho, dentre outros.

Os recursos financeiros para a construção da nova sede já estão garantidos por meio de convênio de auxílio financeiro que foi assinado entre o presidente do Crea-MA, Berilo Macedo e o presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), Joel Krüger, durante o lançamento da pedra fundamental da nova sede, que ocorreu no terreno adquirido pelo Conselho.

O recurso oriundo do  Confea é no valor de R$ 2.300.000,00 de linha de crédito, e contrapartida de R$ 1.812.690,13 do Crea-MA, totalizando R$ 4.112.690,13.

O engenheiro Sérgio Fernando Saraiva da Silva fez uma avaliação positiva sobre a reunião. “Primeiro ponto é que a transição é de suma importância para não haver nenhum prejuízo para o andamento do nosso Conselho. Uma vanguarda no Estado que demonstra o engajamento dos envolvidos e a disposição para fazer do CREA-MA uma instituição cada dia melhor”, afirmou Sérgio.

 

Texto: Vitória Castro

Assessoria de Comunicação do Crea-MA.

 

 

Crea-MA realiza votação para diretor-financeiro da Mútua durante 11ª Reunião Plenária Ordinária.

Conduzida pelo presidente do Crea-MA, Berilo Macedo, foi realizada na noite da última terça-feira (01/12) a 11ª Reunião Plenária Ordinária do Crea-MA, que aconteceu de forma presencial e online. Durante a reunião foi reeleito o diretor-financeiro da Mútua – Caixa de Assistência aos Profissionais do Crea, eng. agro. Durval Ribeiro Alves.

Com a votação da plenária, a diretoria da Mútua-MA para o triênio 2021-2023, será composta pelo eng. civ. Raimundo Xavier Lima Silva (diretor-geral), Raimundo Monteiro (diretor-administrativo) e Durval Alves como diretor-financeiro, todos presentes durante a votação dos conselheiros.

A votação foi conduzida pelos membros da Comissão Eleitoral Regional do Maranhão (CER-MA), o coordenador Eng. Civ. Arnaldo Carvalho Muniz e os membros:  Eng. Elet. Ciro Dal Bianco Lopes e o Eng. Agro. Rodrigo Jorge Silva Braga.

Ainda como parte da pauta da plenária, também foi apresentado pela controladora do Crea-MA, Suely Brandão, o balancete do mês de outubro/2020.

Sobre o calendário de Reuniões Plenárias e de Diretoria para o exercício 2021, de acordo com a votação dos conselheiros ficou acertado que as reuniões continuarão a acontecer toda primeira terça-feira de cada mês, bem como da diretoria, que acontece uma semana antes da realização da plenária.

Também participaram da 11ª Reunião Plenária Ordinária do Crea-MA, os conselheiros Eng. mec. Nelson Cavalcanti (vice-presidente do Crea-MA), Eng Civ. Antônio Carlos Amaral Ribeiro (diretor-administrativo do Crea-MA),  Geólogo Thiago Vieira Moreira, Eng. Agr. José de Jesus Nunes de Oliveira, Eng. Civ. Luciana Soares Santos Jacinto, Eng. Civ. José Henrique Campos Filho, Eng. Civ. Luís Antônio Simões Hadade, Eng. Civ. Francisco de Assis Alves da Cunha, Eng. Mec. Flávio Henrique Silva Campos, Eng. civ. Paulo Sérgio Santos Moreira, Eng. Segurança do Trabalho, Antônio Vilson Silva Dias, Eng Elet. Catterina Dal Bianco,  Eng. Agro. Leida Souza, Eng. Elet. Fernando Antônio Carvalho de Lima, e ainda o Superintendente de Fiscalização, eng. mec.  Wesley Assis, a controladora Suely Brandão e assessores do Crea-MA.

 

Texto: Vitória Castro

Assesssoria de Comunicação do Crea-MA.

Geologia e Engenharia de Minas discutem resolução 1.073.

Na abertura da reunião da Coordenadoria Nacional das Câmaras Especializadas de Geologia e Engenharia de Minas (CCEGEM), nesta quarta (25),  os profissionais discutiram os resultados dos grupos de trabalho voltados às discussões sobre o Manual de Fiscalização, à análise curricular sob a ótica das Novas Diretrizes Curriculares de Engenharia e ao panorama sobre Educação a Distância – EaD. “Todas as decisões ficaram para amanhã”, anunciou o coordenador da CCEGEM, geólogo Caiubi Kuhn, ao final dos trabalhos do primeiro dia. A reunião prossegue até sexta-feira, no Hotel San Marco, em Brasília. A abertura contou com a participação do conselheiro federal geol. Waldir Duarte.

O representante do plenário do Crea-MA na Coordenadoria Nacional das Câmaras Especializadas de Geologia e Engenharia de Minas, geólogo Thiago Vieira Moreira, participou da reunião em Brasília.

Sobre a discussão do Manual de Fiscalização, Caiubi ponderou a “importância de se ter o manual para auxiliar na fiscalização, dentro desse acordo que está sendo desenvolvido para facilitar o processo de fiscalização”.  Sobre o Ensino a Distância, mencionou que, apesar de hoje, ele atingir apenas um curso de Engenharia de Minas, registrado no MEC, “é importante discutir, pois podem aparecer outros cursos nos próximos anos”.

Durante os diálogos com seus pares, Caiubi ressaltou, ainda em relação a esse tema, que “não se trata de discutir o que seria a ementa do curso de Geologia ou de Engenharia e Minas. O que é pedido é a sugestão de metodologia de como se poderia analisar os cursos presenciais e os cursos de EaD, incluindo os tecnólogos que estão ligados à nossa área. O curso presencial pode ser até 40 por cento a distância. Não vamos ter ainda uma decisão final, vamos apenas apresentar diretrizes gerais sobre quais os caminhos para o Confea resolver essas questões”.

Novas Diretrizes

Com o posicionamento central de que “não podemos mudar a grade, mas temos competência para mudar a atribuição”, o coordenador conduziu as discussões sobre as Novas Diretrizes Curriculares.  “São dois universos diferentes. O sistema de ensino é autônomo para se autorregular. O sistema profissional também. Temos autonomia para dizer quem pode desenvolver determinada atribuição ou não”, ressaltou, esclarecendo depois à Equipe de Comunicação do Confea que a mudança atinge apenas a Engenharia de Minas, “já que a Geologia tem uma diretriz curricular própria, de 2015”.

Critérios e descalabros

Ao jornalismo do Confea, Caiubi acrescentou ainda que, desde que a Resolução foi criada, vem se discutindo mecanismos para sua implementação. “Cada curso é específico, por mais que sejam relativamente parecidos. Esse é um desafio. E as mudanças nas Diretrizes Curriculares demandam outras discussões sobre como vamos responder isso para as atribuições profissionais. Tem que ser instrumentalizada. Na minha opinião pessoal, o que precisamos é estabelecer mais resoluções para auxiliar na concessão de atribuições e para também permitir analisar a qualidade da formação, do ponto de vista da concessão de atribuição profissional. Essa é uma discussão interessante para o presencial e para o EaD, mas é preciso ter critérios para as concessões de atribuição profissional”.

Coordenadora da Câmara de Geologia e Engenharia de Minas do Crea-MG, a geóloga Francisca Printes ressaltou que o MEC é autônomo para discutir questões de currículo e carga horária, “ o que possibilita que ele abra vários cursos que não contribuem com nada, colocando o nome do curso com duas modalidades, por exemplo. A gente vê descalabros, como uma pós-graduação em Engenharia de Minas, por exemplo, mas a nossa questão é dar a atribuição porque é a isso que nos limitamos. A gente tem ressalvas com relação às nossas leis, mas também temos ressalvas com relação ao MEC. Também não acredito em projetos pedagógicos que se compram na esquina, e você vai fazer uma vistoria e lá não tem nada daquilo que é prometido. Tem que ver o que ela estudou, isso é que dá a atribuição”.

Coordenador da Câmara no Crea-AP, o geólogo Paulo César da Silva Gonçalves, reforçou que o Conselho dá atribuição, não dá titulação. “A 5.194 foi generalista. O avanço que houve na ciência propiciou uma série de atribuições dadas por resolução. Se formos discutir o tempo todo que resolução não é um instrumento normativo, teríamos que voltar ao zero. Enquanto isso, técnicos estão fazendo serviços de geólogos, engenheiros de minas. Temos que ter cuidado com essas questões. Senão, vamos ficar o tempo todo nessa discussão e não vamos chegar a lugar nenhum”. Em outro exemplo, ele afirmou que “há uns 15 anos, uma universidade do Amapá colocou o curso de Engenharia de Florestas Tropicais. Eu disse que isso daria problema na hora da atribuição porque eles só poderiam atuar na região Norte. E aí eles mudaram o nome do curso. Para quê complicar?”.

 FONTE: SITE DO CONFEA (matéria editada).

 

 

Agricultura digital é tratada no último dia da 3ª Reunião da CCEAGRO.

Agricultura digital foi o tema da palestra apresentada pelo professor do Departamento de Engenharia Agrícola da Universidade Federal de Viçosa (UFV) Daniel Marçal de Queiroz, em 26 de novembro de 2020. No último dia da 3ª Reunião da Coordenadoria das Câmaras de Agronomia (CCEAGRO), realizado na sede do Crea-MG, Daniel falou como ocorreu a evolução da agricultura ao longo das últimas décadas, destacando que a mecanização agrícola foi um marco importante para melhorar as condições de solo a fim de facilitar a germinação das sementes e o crescimento das plantas. Ele também destacou que diversas tecnologias, como sensores e drones, estão sendo utilizados com mais frequência no campo para aumentar a produtividade agrícola.

O professor reiterou que o mundo está passando por uma fase de crescimento populacional bastante acelerado e que esse aumento traz desafios. “Temos hoje cerca de 7,8 bilhões de pessoas no mundo e em 2050 as projeções são para 10 bilhões. Maior população, maior a necessidade de alimentos. Então, nosso grande desafio é aumentar a eficiência dos sistemas de produção para garantir a segurança alimentar. Um dos fatores que deve contribuir para isso é a agricultura digital, que utiliza máquinas e sistemas inteligentes e faz uso de internet das coisas e da inteligência artificial para automatizar tomadas de decisões”, explicou.

A coordenadora adjunta da Câmara Especializada de Agronomia do Crea-MA, eng. Agro. Leida Souza, participou do evento.

Para o coordenador nacional da CCEAGRO, engenheiro agrônomo Thiago Castro de Oliveira, a 3ª Reunião da Coordenadoria foi produtiva em termos de participação e discussão dos assuntos apresentados. “Nesses três dias, participaram seis conselheiros federais, o presidente do Crea-MG, profissionais do Sistema e coordenadores [de Câmaras Especializadas] de Creas de 25 estados. Foi muito proveitoso. A palestra sobre agricultura digital foi muito interessante porque casou muito bem com a primeira do ex-ministro Alysson Paolinelli. A gente sai daqui com um pouquinho mais de conhecimento para levar para os nossos regionais”, ressaltou.  A próxima reunião da CCEAGRO será realizada virtualmente no dia 7 de dezembro.

No segundo dia da 3ª Reunião da Coordenadoria das Câmaras de Agronomia (CCEAGRO) a discussão foi em torno da fiscalização em hospitais. O assunto foi tratado pelos conselheiros federais por Goiás, Annibal Lacerda Margon e pelo Rio Grande do Sul, Andréa Brondani da Rocha. Segundo Annibal, a Comissão Nacional de Ética e Exercício Profissional (Ceep) elaborou uma nota técnica que discrimina todas atividades de fiscalização da engenharia nos hospitais. “Essa nota técnica detalha o que deve ser observado pelo fiscal para que quando adentrar ao hospital possa verificar qual atividade da engenharia está sendo praticada ali”, frisou.

Controle de pragas urbanas é uma das atividades que devem ser fiscalizadas nos hospitais. A conselheira Andréa também apontou a produção de fitoterápicos. “Existe uma rede de hospitais trabalhando com as chamadas farmácias vivas, fitoterápicos produzidos por engenheiros agrônomos que têm que ter responsabilidade técnica sobre a produção ou importação de lotes. Isso é regulamentado pela Anvisa e quem dá esse laudo é o engenheiro agrônomo”, destacou Andréa.

A fiscalização em unidades de saúde na região metropolitana de Belo Horizonte já tem sido feita pelo Crea-MG há mais de dois anos. O gerente do Departamento de Fiscalização, engenheiro agrônomo Humberto Falcão, presente à reunião, explicou como é o trabalho realizado pelo Conselho. “Aqui em Minas temos um ofício que entregamos aos hospitais, explicando que o Crea não vai fiscalizar a medicina, mas vai garantir o melhor desempenho dela ao fiscalizar as empresas que prestam serviços de engenharia”, realçou.

Outros assuntos tratados na reunião foram o Projeto de Lei 5.465/2019, que refere-se à rastreabilidade de agrotóxicos, a Resolução CFT 110/2020, que dispõe sobre atribuições dos técnicos industriais em meio ambiente, e requisitos básicos para a capacitação de peritos rurais.

Manual de Fiscalização Agronomia – O Manual foi aprovado pelos coordenadores de Câmaras Especializadas dos Creas. O coordenador nacional da CCEAGRO, Thiago Castro de Oliveira, reforçou na ocasião,  que as normas de fiscalização deverão ser validadas por meio de Decisão das Câmaras Especializadas dos Creas, não havendo a necessidade de adoção do rito especializado previsto pela Resolução nº 1.034, como foi decido em plenária do Confea. “Aprovado aqui na CCEAGRO, como ocorreu por unanimidade, o Manual já pode ser disponibilizado para os Regionais para que possam elaborar seus planos e, assim, fortalecer a fiscalização”, afirmou.

FONTE: SITE DO CONFEA (matéria editada)

Dia do Engenheiro e do Técnico de Segurança do Trabalho.

Parabéns a todos os engenheiros e técnicos de segurança do trabalho pelo seu dia. A nossa homenagem a estes profissionais que se dedicam à segurança dos trabalhadores, minimizando e até mesmo acabando com os acidentes de trabalho e conscientizando sobre a importância da prevenção.

Berilo Macedo
Presidente do Crea-MA.

Crea-MA envia ao Confea análise da resolução nº 111 do CFT.

A Câmara Especializada de Engenharia Elétrica do Crea-MA deu mais uma contribuição para embasar possíveis ações judiciais da Procuradoria do Confea contra o Conselho Federal dos Técnicos. Desta vez, foi a análise da resolução nº 111/CFT foi enviada pelo Crea-MA à Coordenadoria Nacional das Câmaras especializadas de Engenharia Elétrica.

Este ano, o Crea-MA enviou também ao Confea a análise acerca das resoluções do CFT de números 074, 083 e  106.  “Este mês enviamos a decisão da análise da resolução 111/2020-CFT dos técnicos industriais em eletrônica. A primeira Câmara Especializada de Engenharia Elétrica do Brasil a fazer esta análise foi a do Crea-MA. Em nosso entendimento a resolução inova e entra em conflito com as atribuições dos Engenheiros que tem atribuição do artigo 9º da Resolução nº 218/1973-CONFEA”, ressaltou o coordenador da Câmara, eng. eletric. Rogério Moreira Lima.

A decisão foi aprovada por unanimidade na Câmara Especializada de Engenharia Elétrica, pelos membros: Eng. Eletric. Rogério Moreira Lima, Eng. Eletric. Fernando Lima, Eng. Eletric. Ciro Bianco, Eng. Eletric.Samuel Candeiras e Eng. Eletric.Catterine Bianco.

No documento enviado à Coordenadoria Nacional das Câmaras especializadas de Engenharia Elétrica consta que as atribuições dos técnicos industriais em eletrônica devem  se limitar às atividades de condução de serviço técnico; condução de equipe de produção, fabricação, instalação, montagem, operação, reforma, restauração, reparo ou manutenção; execução de produção, fabricação, instalação, montagem, operação, reforma, restauração, reparo ou manutenção; operação, manutenção de equipamento ou instalação e execução de desenho técnico.

Na abertura da Sessão Plenária 1549, realizada semana passada, o presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), eng. civ. Joel Krüger, informou aos conselheiros sobre a Ação Civil Pública ajuizada pelo Federal contra a Resolução 58/2019, do Conselho Federal dos Técnicos (CFT), sobre os Técnicos em Edificações.

De acordo com o procurador jurídico, Igor Tadeu Garcia, as ações públicas civis têm sido um trabalho conjunto da Procuradoria com a área deliberativa do Conselho, uma vez que o CFT vem inovando concedendo atribuições à margem da lei. “A simples criação do Conselho não deu atribuição aos técnicos, essas resoluções são atos administrativos infralegais, que estão inovando na área jurídica. Quem concede atribuição e inova na ordem jurídica é apenas a lei em sentido formal, isso não cabe para resolução”, explicou o procurador Igor, que ainda complementou: “O CFT está usurpando, inclusive, a competência do Presidente da República, ao ferir o artigo 84 da Constituição Federal, o qual explicita que compete ao chefe do Executivo regulamentar – por meio de decreto – a lei, ou seja, não é competência do presidente de Conselho ou do respectivo plenário”.

O presidente Joel destacou a importância da participação do Colégio de Entidades Nacionais (Cden) e das coordenadorias no embasamento técnico dessas ações para serem mais assertivas, relembrando as ações civis públicas contra as Resoluções 101/2020 e 74/2019, do CFT. Krüger adiantou que outras ações devem ser protocoladas em breve. “A simples criação do Conselho não dá atribuição aos profissionais, o que cabe ao CFT é detalhar as áreas de atuação dos Técnicos Industriais, trazendo para cada modalidade técnica (ex: Mecânica, Construção Civil, Edificações etc.) e por meio da análise curricular em quais áreas profissionais poderá atuar com base nas diretrizes curriculares nacionais, mas sem extrapolar o conteúdo da lei e do decreto”, esclareceu o presidente, que pediu para que a Ação ajuizada hoje fosse compartilhada com todas as lideranças do Sistema e profissionais. Confira a íntegra do documento.

Em setembro, no dia 23, foi ajuizada a primeira Ação Civil Pública do Confea contra o CFT, referente à Resolução 101/2020, do CFT, a qual invadiu indevidamente o campo de competências e atribuições profissionais dos engenheiros mecânicos, colocando a sociedade em risco.  Em menos de um mês, no dia 16 de outubro, o Confea teve de intervir novamente pleiteando a anulação da Resolução 74/2019, voltada aos eletrotécnicos.

* Com informações do site do Confea.

Dia do Tecnólogo.

Parabéns a todos os tecnólogos pelo seu dia. A especialização destes profissionais é fundamental para que atuem em empresas que precisam de mão de obra qualificada. A nossa homenagem a todos os tecnólogos que atuam nas mais diversas áreas.

Berilo Macedo

Presidente do Crea-MA.

Dia do Engenheiro Eletricista.

Parabéns a todos os engenheiros eletricistas. O Crea-MA homenageia hoje estes profissionais que desempenham um papel fundamental no planejamento e projeção de sistemas e equipamentos eletrônicos, elétricos e de telecomunicações, contribuindo com a inovação tecnológica.

Eng. eletric. Berilo Macedo

Presidente do Crea-MA.

Confea ajuíza terceira Ação Civil Pública contra o CFT.

O presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), eng. civ. Joel Krüger, abriu o período vespertino da Sessão Plenária 1549 informando aos conselheiros sobre a Ação Civil Pública ajuizada pelo Federal contra a Resolução 58/2019, do Conselho Federal dos Técnicos (CFT), sobre os Técnicos em Edificações.

De acordo com o procurador jurídico, Igor Tadeu Garcia, as ações públicas civis têm sido um trabalho conjunto da Procuradoria com a área deliberativa do Conselho, uma vez que o CFT vem inovando concedendo atribuições à margem da lei. “A simples criação do Conselho não deu atribuição aos técnicos, essas resoluções são atos administrativos infralegais, que estão inovando na área jurídica. Quem concede atribuição e inova na ordem jurídica é apenas a lei em sentido formal, isso não cabe para resolução”, explicou o procurador Igor, que ainda complementou: “O CFT está usurpando, inclusive, a competência do Presidente da República, ao ferir o artigo 84 da Constituição Federal, o qual explicita que compete ao chefe do Executivo regulamentar – por meio de decreto – a lei, ou seja, não é competência do presidente de Conselho ou do respectivo plenário”.

O presidente Joel destacou a importância da participação do Colégio de Entidades Nacionais (Cden) e das coordenadorias no embasamento técnico dessas ações para serem mais assertivas, relembrando as ações civis públicas contra as Resoluções 101/2020 e 74/2019, do CFT. Krüger adiantou que outras ações devem ser protocoladas em breve. “A simples criação do Conselho não dá atribuição aos profissionais, o que cabe ao CFT é detalhar as áreas de atuação dos Técnicos Industriais, trazendo para cada modalidade técnica (ex: Mecânica, Construção Civil, Edificações etc.) e por meio da análise curricular em quais áreas profissionais poderá atuar com base nas diretrizes curriculares nacionais, mas sem extrapolar o conteúdo da lei e do decreto”, esclareceu o presidente, que pediu para que a Ação ajuizada hoje fosse compartilhada com todas as lideranças do Sistema e profissionais. Confira a íntegra do documento.

O coordenador de Câmaras Especializadas de Engenharia Civil (CCCEC), Francisco Rogério Carvalho Souza, informou que, juntamente com a Associação Brasileira de Engenheiros Civis (Abenc), foi produzido um estudo comparativo entre o Decreto 90922/1985 e as Resoluções 58/2019 e 108/2020, do CFT, em que evidencia as extrapolações pretendidas pelos técnicos. “Pretendemos oficializar esse estudo para contribuir com o Confea – como guardião das leis da engenharia – a fim de subsidiar ainda mais as evidências sobre o exercício ilegal da profissão por quem não possui formação para atuar como engenheiro”, disse o coordenador.

Retrospectiva

Em setembro, no dia 23, foi ajuizada a primeira Ação Civil Pública do Confea contra o CFT, referente à Resolução 101/2020, do CFT, a qual invadiu indevidamente o campo de competências e atribuições profissionais dos engenheiros mecânicos, colocando a sociedade em risco.  Em menos de um mês, no dia 16 de outubro, o Confea teve de intervir novamente pleiteando a anulação da Resolução 74/2019, voltada aos eletrotécnicos.

                                                                                                                                                                     Veja mais fotos

Os conselheiros federais seguem reunidos em Sessão Plenária até sexta-feira (20). Acompanhe a transmissão ao vivo em youtube.com/confeaonline.

FONTE: SITE DO CONFEA.

Creas debatem ética em São Paulo.

Encerrado ontem o terceiro fórum consultivo da Coordenadoria Nacional de Comissões de Ética – CNCE. A reunião foi iniciada na terça-feira (17) e teve como um dos objetivos iniciar os debates acerca dos novos normativos que substituirão a Resolução nº 1.004/2004 e a Decisão Normativa DN-94/2012, focando sempre na redução de prazos de tramitação e análise dos processos, bem como a aplicação do artigo 75 da Lei nº 5.194/66 e da Resolução nº 1.090/2017 do Confea.

O coordenador da Comissão de Ética Profissional do Conselho Regional de Engenharia do Maranhão (Crea-MA),eng. civ. Antônio Carlos Amaral Ribeiro participou da reunião e afirmou que foi muito produtiva. “Discutimos também sobre a fiscalização, levando em conta a DN 94 para poder realizar as ações já levando em consideração o acobertamento”, afirmou o conselheiro.

Para o coordenador nacional, Eng. Agr. Marcelo Augusto de Souza Bexiga (Crea-MS), o grande desafio é uniformizar os procedimentos dos julgamentos éticos. “Observamos também que nem todos os Creas dão a importância devida às suas respectivas Comissões de Ética, então estamos usando como parâmetro os bons exemplos de alguns estados para repassar esse conhecimento aos demais”, ressaltou.

Outra debilidade apontada pelo coordenador da CNCE é a ausência da ética como disciplina nas grades curriculares das universidades. “Praticamente o estudante não é preparado, não tem noção de ética profissional. Uma das nossas lutas é para, mesmo que isso não exista no histórico escolar, termos um procedimento institucional durante toda essa trajetória estudantil, desde a aula inaugural até o final do curso, para que os Creas possam falar sobre a importância do comportamento profissional no mercado de trabalho. Nas nossas palestras, a gente sempre fala: antes da ética vem a moral, que está junto com a educação, a formação básica da família”, disse.

Depois de realizarem a segunda reunião do ano virtualmente ainda no segundo semestre, os membros da CNCE retomaram em São Paulo os encontros presenciais.

Inicialmente prevista para ser realizada em São Luís do Maranhão, esta terceira reunião precisou ser transferida para São Paulo por conta do aumento de casos de Covid-19 em território maranhense. “Importante agradecer a disponibilidade e os esforços do Crea-SP para viabilizar o nosso encontro, pois em poucos dias após o nosso contato inicial já estava tudo resolvido”, ressaltou Bexiga.

Ainda assim, os recursos virtuais não foram desprezados e possibilitaram a participação das assessorias técnicas do Confea e do Crea-PR e da assessoria jurídica do Crea-MG, bem como das coordenadorias dos regionais do Mato Grosso e do Ceará.

O coordenador da Comissão de Ética do Crea-SP, Geógrafo Marcos Aurélio de Araújo Gomes (também coordenador da Câmara Especializada de Engenharia de Agrimensura – CEEA) ressaltou sua satisfação ao receber em São Paulo todos os membros da Coordenadoria e agradeceu em nome do Presidente do Crea-SP, Eng. Vinicius Marchese Marinelli. A reunião também contou com a participação dos demais integrantes da Comissão de Ética do Regional paulista.

A medida visa o atendimento aos questionamentos de órgãos como o Tribunal de Contas da União – TCU “que nos pedem explicações do porquê, diante de tantos autos de infração nos Creas, a porcentagem de punição ser tão baixa”, disse.

Segundo o coordenador, de cada 500 processos que chegam à terceira instância, menos de 30 implicam em punição. “Vamos tentar ser um pouco mais rígidos, a gente quer que o profissional siga a linha correta. A intenção da coordenadoria nacional é passar esse conhecimento da forma mais transparente possível para todos os regionais, para que a gente saia dessa muralha que é o Crea.  Mostrar para a sociedade que nós estamos trabalhando realmente para o exercício profissional correto. As pessoas deste grupo, os conselheiros que estão aqui, dedicam-se à melhoria e à valorização profissional no mercado, desenvolvem um trabalho sério”, finalizou.

 

FONTE: SITE DO CONFEA 

*Matéria editada.