Engenheiro civil lança livro sobre avaliação de imóveis

O engenheiro civil Ernani Araújo lançou o livro Projetos da Engenharia de Avaliações Imobiliárias- Técnica, Gestão e Vendas, com o objetivo, segundo ele, de simplificar o assunto. Ele aborda temas como “Avaliação de imóveis urbanos”; “Sistema computacional para cálculo do valor estimativo”, “Qualidade total, Marketing”; “Finanças”, entre outros.

Presidente Luis Plécio com o autor Ernani Araújo

O livro traz a opinião do presidente do Conselho, eng. civ. Luis Plécio, que escreveu: “O entusiasmo de Ernani é contagiante. Este é um livro imperdível para aqueles que buscam métodos práticos e ágeis”.

O livro está disponível na livraria da Associação Maranhense de Escritores Independentes (Amei), no São Luís Shopping.

ABEE convoca engenheiros eletricistas para reunião no próximo dia 24

A Associação Brasileira do Engenheiros Eletricistas-Seção Maranhão–ABEE-MA convoca os associados a participarem da Assembleia Geral Extraordinária no próximo dia 24, às 17h30, em primeira convocação, ou às 18h15min, em segunda convocação se não houver número regimental na primeira convocação, pelo acesso digital ao aplicativo Zoom, com encerramento às 19h.

Na pauta da reunião, as eleições gerais para Diretoria Executiva, Conselho Deliberativo e Conselho Fiscal para o triênio 2021/2024 (01 de julho de 2021 a 30 de junho de 2024). Segundo informações da ABEE, as inscrições de chapas completas deverão ser apresentadas para registro junto a Comissão Eleitoral até às 18h do dia 17 de junho, na sede da entidade: Av. dos Holandeses, 1, Sala 11, Litoral Center, Calhau, São Luís – MA.

Link de acesso à reunião:
https://us02web.zoom.us/j/2516175556?pwd=UGp0RG1jWkxCMzdISE1LdkxFZ2o1dz09

 

Profissionais de todas as Engenharias podem ser vacinados em Santa Inês

O Crea-MA fechou parceria com a Secretaria Municipal de Saúde de Santa Inês para vacinação em todos os profissionais das ENGENHARIAS e os técnicos de Segurança do Trabalho. O engenheiro Civil e de Segurança do Trabalho, Roosivelt Araújo, 39 anos, chegou hoje, 1º, bem cedo ao Parque da Raposa, em Santa Inês, aguardou o início da vacinação às 8h e foi o primeiro a tomar a dose inicial da vacina contra a Covid-19. “Cheguei às 5h20 para garantir a dose da vacina da esperança”, disse ele.

Engenheiro Roosivelt Araújo: primeiro a ser vacinado hoje

A vacinação está sendo realizada na Maçonaria e no Parque da Raposa, de 8h às 17h, mediante apresentação do registro do CREA e comprovante de residência.

De acordo com informações da Secretaria Municipal de Saúde de Santa Inês, também podem ser vacinados os demais profissionais da Construção Civil.

Nova sede do Crea-MA: 2ª etapa da Licitação será dia 28 de maio

Após a primeira etapa do certame, realizada no dia 16 de abril deste ano, a Comissão Permanente de Licitação julgou os recursos interpostos da fase de habilitação. Das 12 concorrentes, três estavam inabilitadas, restando 9 empresas habilitadas para a segunda etapa: a abertura dos envelopes contendo as propostas de preço.

A concorrência será aberta ao público, nesta sexta, 28, 10h, na Plenária do Crea-MA, localizada na rua 28 de julho, 214, Centro, São Luís.

 

 

 

Na reunião do CP, em Brasília: ação social para o Maranhão

Presidente do Crea-MA, Luis Plécio

O presidente do Crea-MA, eng. civ. Luis Plécio, está em Brasília para a reunião do Colégio de Presidentes (CP) do Confea. Entre os temas específicos das Engenharias, uma ação social importante: a possibilidade de um convênio ou Termo de Acordo do Confea com a Organização das Nações Unidas (ONU) para o Programa Mundial de Alimentos.

A principal campanha que está sendo estruturada visa distribuir cartões vale-alimentação para as cidades com maior índice de pobreza no Maranhão, Pará, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo e Minas Gerais.

Este Programa é responsável pela distribuição de alimentos em ambientes de emergência humanitária e recebeu ano passado o Prêmio Nobel da Paz pelos esforços de prevenir o uso da fome como uma arma de guerra. É a maior agência de ajuda humanitária da ONU, que fornece em média a cada ano, alimentos a 90 milhões de pessoas em 80 países, incluindo 58 milhões de crianças.

A campanha que está sendo estruturada com o Confea visa distribuir cartões vale-alimentação para as cidades com maior índice de pobreza, com base no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), incluindo as do Maranhão.

A proposta é de entregar estes cartões para as famílias mais pobres de cada município, ou ante a dificuldade de uso dos cartões, converter o valor em cesta básica e realizar esta entrega. Esta campanha terá a duração de seis meses.

Começa 2ª reunião da CCEEE, coordenada por conselheiro do Crea-MA

Com a palavra, o coordenador nacional da CCEEE, conselheiro do Crea-MA, Rogério Moreira Lima. Ao centro, o procurador Igor Garcia

Os engenheiros eletricistas Rogério Moreira Lima (Crea-MA) e Petersonn Caparrosa Silva (Crea-GO), respectivamente, coordenador titular e adjunto da CCEEE, comandaram os trabalhos hoje, 17, na 2ª reunião nacional ordinária da Coordenadoria de Câmaras Especializadas de Engenharia Elétrica (CCEEE), em Brasília (DF).

Pela manhã, foi aprovada a ata da reunião anterior e foram dados informes pelos coordenadores regionais. Também houve a participação do procurador Igor Tadeu Garcia, sobre ações judiciais às quais o Confea recorreu para barrar resoluções emitidas por outros conselhos profissionais e que confrontam atividades legalmente privativas dos profissionais registrados no Sistema Confea/Crea.

Presidente do Confea, Joel Kruger

Garcia informou sobre as mudanças na Procuradoria Jurídica, sob a orientação do presidente do Confea, eng. civ. Joel Krüger: “Passamos a ter uma atuação mais integrada, preventiva, ativa e proativa no campo de sombreamento ou conflito de atribuições e competências”.

Segundo Garcia, a Procuradoria que move ações judiciais contra resoluções aprovadas pelos conselhos de Arquitetura e Urbanismo, e federais dos Técnicos Industriais e Agrícolas, “atua com embasamento técnico e para isso conta com o trabalho dos que conhecem não a legislação, mas a técnica de cada atividade”. Essas informações ajudam a Procuradoria a elaborar ações que defendem que atribuições devem ser concedidas com base no que o profissional estudou e tem conhecimento reconhecido por instituições de ensino. “A formação profissional condizente é que permite a competência para fazer este ou aquele serviço porque a pessoa estudou para isso”.

Dentro dessa lógica, Garcia diz que “temos o caminho aberto e estamos defendendo os profissionais da Engenharia, Agronomia e Geociências”. O procurador colocou a Procuradoria à disposição para ações relativas à área de elétrica, ressaltando a importância do embasamento técnico: “O juiz conhece o Direito e precisa de informações técnicas para reconhecer entre quem tem e quem não tem competência profissional para executar este ou aquele serviço”. Para ele, um trabalho feito por quem não tem estudo, conhecimento, pode gerar prejuízos materiais e humanos. “Nessa linha vamos trabalhando e não nos furtaremos ao conhecimento técnico para nos ajudar a elencar os fundamentos jurídicos”.

Diretor da Aneel, eng. eletric. Sandoval Feitosa

No período da tarde, a CCEEE recebeu o diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), eng. eletric. Sandoval Feitosa, que apresentou as ações do órgão regulador para evitar aumentos tarifários e retomar o crescimento econômico do País.

De acordo com o diretor, as ações de gestão da tarifa realizadas para mitigar os aumentos nas contas foram possíveis porque a agência e os agentes do setor foram sensíveis à situação do Brasil, da pandemia e do cenário hidrológico em 2020. Ele explicou que foram empreendidos esforços para atenuar o encarecimento tarifário, reduzindo em R$ 18,83 bilhões o impacto de um crescimento de custos projetado em R$ 29,57 bilhões. “Sem a atuação da Aneel, o reajuste da tarifa seria de 18,20%. Com o pacote de medidas, esse ajuste foi inferior a dois dígitos”, comentou o palestrante, mencionando que o efeito médio tarifário foi de 8,93% em abril.

Confira a apresentação da Aneel

Paralelamente às soluções de mitigação, o órgão regulador tem trabalhado para que a economia volte a crescer. “Em 2020, em meio à pandemia, o maior leilão de infraestrutura do Brasil foi no segmento de transmissão com investimentos previstos de R$ 7,34 bilhões, o que abrange 15 mil empregos, 1.958 km de novas linhas de transmissão e 6.420 MVA em capacidade de transformação, com contratos vigentes por 30 anos, em nove estados do País”, detalhou Feitosa.

As licitações são realizadas pela Aneel duas vezes por ano. O certame do primeiro semestre de 2021 prevê capital de R$ 1,30 bilhão e 3 mil novos postos de trabalho, em geral ocupados por engenheiros de diversas áreas. “E tem muito mais: a previsão é de que o segundo leilão deste ano seja próximo de R$ 1,9 bilhão em investimentos e gere 5.700 de empregos diretos”. Neste projeto, como sinalizou o gestor, estão inclusas as soluções para a crise energética do Amapá.

A retomada do desenvolvimento econômico passa pela ampliação da matriz elétrica, na avaliação do diretor. Em abril foi registrada expansão de 324,45 MW e, para o ano, a previsão é de 1.007 MW. A região Nordeste tem papel fundamental neste panorama, especialmente os estados do Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte. “É uma nova fronteira de desenvolvimento energético com fontes de energia solar e eólica. Deixará de ser o polígono da seca para ser o polígono do sol e do vento, com muito potencial”, ressaltou, frisando que os profissionais da Engenharia têm o compromisso de mudar a vida e a realidade das pessoas daquela região.

Coordenador nacional das Câmaras de Engenharia Elétrica, Rogério Moreira Lima

A geração distribuída de energia também sinaliza boas perspectivas: já são mais de 5,7 GW instalados e o crescimento foi superior a 117% no ano passado. Nessa modalidade, a energia elétrica é gerada pelo agente no local ou próximo de onde será consumida. Residências, empresas e indústrias podem ser as fontes geradoras.

Outra expectativa é ampliar para o restante do Brasil a experiência da Companhia Paranaense de Energia (Copel) no segmento de geração distribuída com microrredes. Essa tecnologia consiste em sistemas elétricos independentes, uma espécie de “ilha de energia”, na qual a geração, o armazenamento e o consumo podem funcionar conectados ou não à rede de distribuição.

Os geradores que fazem parte das microrredes podem vender a energia gerada para a companhia e, com isso, alimentar um grupo de consumidores próximos, conforme informações da Copel. A distribuidora fica responsável pelo controle e segurança da operação. Uma manobra bastante promissora em casos de contingência, uma vez que, enquanto a distribuidora repara a rede, ela pode isolar o sistema e manter o consumidor abastecido.

Pela projeção da Aneel, o projeto-piloto irá gerar 480 GWh/ano, 2.500 empregos e R$ 400 milhões em investimentos. Se expandido nacionalmente, terá o potencial de 38 mil GWh/ano, 198 mil contratos de trabalho e capital de R$ 31 bilhões.

Otimista com as possibilidades de expansão, Feitosa definiu o momento de crise como “oportunidade de construir uma economia mais resiliente e sustentável”. Na avaliação do engenheiro, o Brasil tem condições para liderar a próxima transição energética. “Se formos inteligentes, poderemos fazer a grande revolução energética a partir do hidrogênio porque temos água e sol suficientes para fazer eletrólise e hidrogênio verde”, incentivou.

Combate ao acobertamento profissional
Também no período da tarde, a coordenadoria analisou a seguinte proposta de redação para o artigo 17 da Resolução nº 1.121/2019: “O profissional poderá ser responsável técnico por mais de uma pessoa jurídica, observada a compatibilidade de horários ou de localização geográfica”. O novo texto visa combater o acobertamento profissional, considerado contravenção penal e tão “lesivo à sociedade quanto a prática de leigos desenvolvendo atividades da Engenharia para as quais não dispõe de capacidade ou escolaridade”, como justifica o documento embasado em fundamentos legais, trabalhistas e de qualidade do serviços.

Entre os mecanismos de ação, foram listadas a edição de nova resolução para efetivar o ajuste; criação de banco de dados nacional para registro de responsável técnico junto a pessoas jurídicas; e definição de procedimento de fiscalização para um profissional responsável por mais de uma empresa. Também foi sugerido analisar se há sobreposição de horário, se a carga horária é compatível com a atividade e verificar questões de deslocamento ou atividades remotas.

Presente à reunião, a conselheira federal eng. agr. Andréa Brondani adiantou que a manifestação será analisada pelo Grupo de Trabalho responsável pela elaboração de entendimentos sobre o normativo que dispõe sobre o registro de pessoas jurídicas, de direito público e privado. “Este é o momento para encaminhar a propositura”, recomendou a integrante do GT. O assunto também será apreciado pela Comissão de Ética e Exercício Profissional (CEEP).

Prevenção a incêndios 

A CCEEE irá propor ao Confea encaminhar ofício ao Ministério da Educação informando o descumprimento do artigo 8º da Lei 13.425/2017 e solicitando inclusão da temática Prevenção e Combate a Incêndio e a Desastres nos conteúdos básicos nas Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de graduação em Engenharia (Resolução nº 2/2019-MEC/CNE/CES).

 Aprovação das propostas
A reunião da coordenadoria segue até quarta-feira (19/5), quando as propostas debatidas nos três dias serão votadas pelo grupo.

 

Clique aqui para assistir ao vídeo da TV Confea

 

Fonte: Confea

 

Comissão de Ética alerta: uso de documento falso gera processo

 

A Comissão de Ética Profissional, formada por conselheiros do Crea-MA, sob a coordenação do eng. civ. Luís Hadade, reuniu-se nesta quarta, 12, para analisar processos administrativos em andamento. O procurador-chefe Aécio Bezerra apresentou alguns casos, entre eles a tentativa de uso de documentos falsos para obtenção de vantagens. “Após a Assessoria Técnica suspeitar da prática do ato ilícito, a Câmara Especializada da área dos profissionais enquadrou o caso na Resolução 1090 do Confea, que prevê cancelamento de registros por crimes infamantes ou má conduta pública”, informou o procurador, ressaltando que, ao constatar o crime de uso de documento falso, foi enviado ofício para a Polícia Federal. “Na minha avaliação, trata-se de uma falta gravíssima”, analisou o coordenador adjunto da Comissão, eng. agr. José Nunes.

Na reunião também foram definidos os relatores dos processos, o cronograma das próximas reuniões e realizado o compartilhamento do Manual para Condução de Processo Ético Disciplinar.

GT Cidades Inteligentes discute ideias, problemas e lições aprendidas

Na reunião do Grupo de Trabalho Cidades Inteligentes do Crea-MA, nesta terça, 11, o Mestre em Engenharia Elétrica, Eugênio Medeiros, apresentou exemplos de cidades no mundo com prioridades nas tecnologias da informação e comunicação, bem como na preservação do meio ambiente.

Em Hainan, na China, os condomínios residenciais implantaram o Jardim de Reuso de Água para reutilizarem a água que sai dos esgotos (efluentes).  “Cidades Inteligentes atraem investimentos e pessoas de alta qualificação”, alertou o engenheiro.

A cada reunião do GT Cidades Inteligentes, um membro apresenta um tema para troca de experiências. Neste encontro online, além da coordenadora, eng. eletric. e conselheira Catterina Dal Bianco, e do painelista, eng. eletric. Eugênio Medeiros, participaram os engenheiros eletricistas Rogério Moreira Lima, coordenador da Câmara Especializada de Elétrica do Crea-MA, Patryckson Santos, ambos conselheiros, e Maurício Oliveira, além do superintendente operacional do Crea-MA, eng. amb. Sérgio Silva.

Eugênio Medeiros, apontou problemas e lições extraídos dos projetos. Confira:

PROBLEMAS

  • Ausência de planejamento a médio e longo prazo
  • Ações descontinuadas
  • Falta de gestão
  • Formação técnica inadequada

LIÇÕES APRENDIDAS

  • Os projetos são políticos, e não técnicos
  • O sucesso depende dos prefeitos, em primeiro lugar
  • A preservação depende do engajamento da população
  • Dependem de equipe técnica dedicada
  • Transformação digital dos serviços
  • Cada município deve inventar seu próprio percurso

Mais sobre CIDADES INTELIGENTES:

De acordo com a “Carta Brasileira para Cidades Inteligentes”, publicada em 2019 pelo Ministério do Desenvolvimento Regional, Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações e Ministério das Comunicações, com participação de cerca de 200 pessoas da sociedade em geral, são cidades:

– comprometidas com o desenvolvimento urbano e a transformação digital sustentáveis, em seus aspectos econômico, ambiental e sociocultural.

–  que atuam de forma planejada, inovadora, inclusiva e em rede

– promovem o letramento digital, a governança e a gestão colaborativas

– que utilizam tecnologias para solucionar problemas concretos, criar oportunidades, oferecer serviços com eficiência, reduzir desigualdades, aumentar a resiliência e melhorar a qualidade de vida de todas as pessoas, garantindo o uso seguro e responsável de dados e das tecnologias da informação e comunicação.