CONFEA PROMOVERÁ TREINAMENTO NACIONAL SOBRE FISCALIZAÇÃO

Nesta semana a Sede do Confea receberá agentes fiscais dos Conselhos Regionais de todo o país para treinamentos e discussões sobre fiscalização. Serão dois dias – quarta e quinta-feira – dedicados à abordagem do tema e à capacitação dos profissionais.
No primeiro dia (10), o foco será a apresentação dos diversos convênios firmados entre Sistema Confea/Crea e Mútua e órgãos do governo como a Receita Federal, o Ministério do trabalho – MTE e o Departamento Nacional de Produção Mineral – DNPM. Neste primeiro dia também serão apresentadas boas práticas de fiscalização, tendo o Projeto Fiscalização 2011 como eixo, além de treinamento para a Fiscalização Preventiva e Integrada (FPI) relativa à acessibilidade.
No segundo e último dia os participantes se dividem em três grupos de trabalho para propor mecanismos de implantação das diretrizes nacionais de fiscalização nos Creas. Entre os temas, estrutura organizacional; fatores de interferência; operacional e tecnologia; planejamento da fiscalização; desempenho de resultados; relacionamento industrial; desenvolvimento profissional; abrangência da fiscalização; e normatização.

Por Rhenan Rodrigo
Equipe de Comunicação do Confea

CONTABILIDADE E CONTROLADORIA EM FOCO

Contador da Câmara dos Deputados, Gláuber Mota destacou a importância da adequação do Sistema às normas da Nova Contabilidade Internacional

Cerca de 70 profissionais de todo o país, sendo um contador e um funcionário vinculado à unidade de Controle de cada Crea, além de conselheiros federais e de contadores, controladores, auditores e funcionários do Sistema Confea/Crea e Mútua participam até a próxima sexta-feira (5/10) do “2º Encontro Nacional de Integração dos Contadores, Auditores e Controladores do Sistema – Encac”. Reunindo participantes como o diretor da 1ª Secretaria de Controle Externo do TCU, Leonel Munhoz Coimbra, e o professor e contador da Câmara dos Deputados, Gláuber Mota, além do advogado e Controlador Interno do Confea, Fernando Nascimento dos Santos, eles se dividem entre o plenário e uma das salas do segundo andar do edifício do Confea para discutir temas relevantes de suas atribuições.
“Lançamentos contábeis nos moldes da NBCT 16, utilizando o Plano de Contas do Sistema Confea/Crea (resolução nº 1037/11)” foi o tema que o professor do Uniceub e contador da Câmara dos Deputados, Gláuber Mota, começou a apresentar na tarde desta quarta-feira (3/10). Tema de interesse imediato aos contadores do Sistema, tendo em vista a necessidade de implantação das Normas Internacionais de Contabilidade (IFRS, na sigla em inglês para International Financial Reporting Standards), nos conselhos profissionais, até o início de 2013. Segundo Gláuber, trata-se de uma “linguagem internacional de negócios”, decorrente do processo de globalização da economia, e que vem sendo discutida desde 2003 no país, tendo iniciado sua implantação por aqui após a promulgação a Lei 11.638/2007, sob a orientação da Secretaria do Tesouro Nacional e do Conselho Federal de Contabilidade.
“A Nova Contabilidade vai revelar o real valor do patrimônio público para subsidiar tomadas de decisão dos gestores, a fim de alcançar qualidade nas decisões, com eficácia, eficiência e efetividade. Um terceiro fator passou a ser utilizado pelo gestor, na tomada de decisão, além de informações de natureza orçamentária e de natureza financeira, a informação quanto a custos. A Nova Contabilidade fornecerá informações sobre custos favorecendo a avaliação do cumprimento de metas de efetividade nas organizações públicas. Sua implantação seria em 2010 e, oficialmente, não sofreu qualquer adiamento, no entanto a STN vem trabalhando com a perspectiva de implantá-la até 2014, o que não retira dos Conselhos a obrigação de manter seu cronograma, o que pode gerar advertências e outras punições aos contadores, não às entidades, ao menos nessa etapa de transição”, informa Gláuber. Ele acredita que a implantação da medida em todo o Sistema Confea/Crea e Mútua seja viável. “Depende de decisão administrativa e de boa vontade. Há tempo hábil”, diz, considerando louvável a iniciativa do Confea neste sentido. “A turma está com nível adequado, porém com muitas dúvidas operacionais sobre o que e como fazer”, diz. Por isso mesmo, suas palestras contemplam a aplicação de testes.

Controladoria – A definição das diretrizes para a elaboração do Manual de Controle Interno do Sistema será tratada durante esta quinta-feira (4/10) pelo grupo de controladores, representado no Encac. “Nestes primeiros dias, estamos verificando que falta ainda compreensão tanto dos empregados como dos gestores sobre o  papel do controle interno”, considerou o controlador interno do Confea, adv. Fernando Nascimento, ao final das discussões de ontem. Assim, reforçou uma posição longamente apresentada durante a abertura do evento, que contou com a participação do presidente do Confea, eng. civil José Tadeu, e dos conselheiros federais Kleber Sousa dos Santos e Melvis Barrios Júnior, respectivamente, membro da Comissão de Articulação Institucional do Sistema e coordenador da Comissão de Controle e Sustentabilidade do Sistema. O início das atividades, na terça-feira (2/10) contou também com a palestra do auditor externo do TCU Leonel Munhoz Coimbra.
“Há dúvidas para sanar por quem vive na ponta, na hora de aplicar o controle interno, é preciso fixar o entendimento sobre o que é o controle interno”, ressaltou Fernando Nascimento. Para ele, o controle interno não está em uma unidade específica e sim em todo o órgão. “Todos nós somos responsáveis pelas diretrizes e atos de gestão, a cada procedimento”. Por isso mesmo, ele considera que, mesmo que não seja possível sair com o Manual de Controle Interno, a ideia é que todos os que se ocupam diretamente da área passem a definir diretrizes de controle interno, para aproveitá-las no Manual. Outro ponto destacado foi a falta de continuidade, “comum na administração pública”, nos processos de controladoria. “Ano passado, percorremos os Creas e apontamos os caminhos para os diretores. Os gestores querem acertar, temos que encontrar formas de subsidiá-los. Por isso criamos o projeto de Integração e Aperfeiçoamento de Controladoria Interna, envolvendo não só controladores, mas também as áreas de tecnologia da informação, unidade de gestão documental, procuradoria jurídica e outras ligadas a temas como tratamento da dívida ativa e o controle da cobrança e prescrição de débitos, por exemplo”, explica o controlador interno do Confea, que, em vários momentos de sua palestra, elogiou os avanços do Crea-GO neste processo.

Por: Henrique Nunes
Equipe de Comunicação do Confea

CREA-MA PARTICIPA DA 1ª SEMANA DE ENGENHARIA DO PITÁGORAS

Mesa de abertura da 1ª Semana de Engenharia da Faculdade Pitágoras

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Maranhão esteve presente na abertura da 1ª Semana de Engenharia da Faculdade Pitágoras, realizada na noite de ontem (04). A mesa foi composta pelo Superintendente do Crea-MA Jorge Almir Feres Moraes Rêgo, representando o presidente Alcino Araújo; a Coordenadora do Pitágoras Conceição Moura; a Eng.ª Valdilea Ferreira Lopes, Coordenadora de Engenharia Civil e Ambiental; o Professor Edilson Maia Coordenador das Engenharias de Automação e Controle, Mecânica e Elétrica, Lourival Sousa, coordenador das Engenharias de produção; Antonio Samuel Maia, Coordenador do Projeto Crea Júnior MA, além dos professores da instituição Antonio leite Barbosa, Michele coelho e Alcione Costa.

A abertura ficou a cargo da Coordenadora do Pitágoras Conceição Moura, que destacou que o aspecto principal do evento é viabilizar diálogos e debates sob temas pertinentes para os alunos das engenharias, propiciando o intercâmbio de conhecimentos entre a sociedade e os futuros engenheiros. “O Pitágoras incentiva e apóia eventos como a semana da engenharia, por estar consciente de que o desenvolvimento econômico e social do país está relacionado à formação acadêmica dos jovens, ao desenvolvimento da ciência, do país e do nosso estado”. – afirmou.

O superintendente do Crea-MA, Jorge Feres elevou a importância da interação entre o Conselho e os futuros profissionais da engenharia: “ O Crea-MA se sente honrado em participar de eventos dessa natureza. “É necessário que o profissional chegue ao mercado de trabalho sabendo da importância do seu Conselho e por isso da nossa vinda aqui. Desejamos toda a sorte e que aproveitem cada campo de conhecimento” – disse.

Também representando o Crea-MA, Samuel Maia conclamou os estudantes a participar do Projeto Crea Júnior MA, do qual é coordenador: “Aproveitamos a ocasião para convidar todos vocês a participar do Projeto Crea Júnior, para que possamos entender melhor o que é Sistema Confea/Crea e o Conselho.”

A Faculdade Pitágoras, através das coordenações dos cursos de engenharia, inicia a primeira semana de engenharia, cujo tema é “Os desafios da interdisciplinaridade da engenharia”. O objetivo da semana é propiciar atividades que complementem a formação acadêmica e profissional dos formandos e proporcione a atualização de conhecimento técnico interdisciplinar e tem como visão ser reconhecido com fonte de conhecimento acadêmico pela comunidade de engenharia maranhense. O evento vai até a próxima sexta-feira (05).

 

 

 

 

COMUNICADO IMPORTANTE – CREA-MA

COMUNICAMOS AOS PROFISSIONAIS, EMPRESAS E AO PÚBLICO EM GERAL QUE O CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO MARANHÃO IRÁ DESENVOLVER REGIMES DE PLANTÃO PARA FISCALIZAÇÃO DE EVENTOS NOS FINAIS DE SEMANA SOBRE OBRAS RELACIONADAS COM AS MODALIDADES DO SISTEMA CONFEA/CREA.

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Maranhão é uma entidade pertencente ao Sistema Confea/Creas/Mútua, sendo responsável pela fiscalização do exercício das profissões da área tecnológica: engenharias em geral, agronomia, Geologia, Geografia (bacharelado), Metereologia e cursos técnicos relacionados as áreas regulamentadas. Além disso, o Crea-MA verifica, orienta e fiscaliza o exercício profissional com a missão de defender a sociedade da prática ilegal das atividades abrangidas pelo Sistema Confea/Crea, visando a ser reconhecido pelos profissionais do Sistema e pela sociedade como instituição de excelência por sua atuação ágil, íntegra e eficiência, através de um excelente atendimento aos profissionais e a sociedade, participação e comprometimento com os resultados organizacionais e de capacitação técnica.

POR ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO
CREA-MA

 

CONSELHO RECEBE VISITA DA ADEMI-MA

O Presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Maranhão, Eng. Mecânico Alcino Araújo Nascimento Filho recebeu a visita, na tarde da última quinta-feira (27) da diretoria da Ademi-MA – Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Maranhão.

Em pauta um acordo de cooperação técnica entre as duas partes, que visa à melhoria nos procedimentos. Também estão em estudo posteriores reuniões entre o Conselho e os membros da Ademi-MA, mais amplas, para que os empresários possam sanar as diversas dúvidas relativas ao Conselho.  A medida busca facilitar o acesso às informações do Crea-MA aos profissionais e empresários.

“O objetivo principal é que o Conselho trabalhe em conjunto com as entidades, como a Ademi, para que possamos fortalecer os profissionais e a sociedade” – afirmou o Presidente Alcino Araújo Nascimento Filho.

Por Crea-MA

PRESIDENTE DO CREA-MA PARTICIPA DE REUNIÃO DO SINDCLIMA

PAUTA PRINCIPAL FOI A VIABILIZAÇÃO DE CURSOS DAS ÁREAS DE CLIMATIZAÇÃO E REFRIGERAÇÃO NO ESTADO

O presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Maranhão, Eng. Mecânico Alcino Araújo Nascimento Filho esteve presente na noite de ontem (25) à reunião mensal do Sindicato das Empresas de Climatização, Refrigeração, Ventilação, Aquecimento e Tratamento de Ar do Estado do Maranhão – Sindclima-MA, que ocorreu na sala de reuniões da Federação do Comércio do Maranhão – Fecomércio-MA.
A pauta principal foi a viabilização de eventos voltados à climatização e refrigeração no Maranhão. Os temas principais serão o PMOC – Programa de Manutenção, Operação e Controle, que tem como objetivo propiciar aos profissionais da área de manutenção de Sistemas de Ar condicionado para que estejam habilitados a compreender, identificar oportunidades e elaborar o plano de manutenção, operação e controle de ar condicionado. Renovação do Ar, Levantamento de Carga Térmica e Novos Gases Usados para Climatização e Refrigeração também serão temas contemplados.
A iniciativa pioneira de viabilização de cursos dessa natureza no estado tem como objetivo principal trazer aos profissionais, sociedade e entidades a importância desses temas. Os eventos inicialmente estarão previstos para ocorrer no mês de novembro.
“Apoiaremos, a partir do Crea-MA todos os eventos voltados para o aperfeiçoamento das áreas tecnológicas em nosso estado, como essa iniciativa do Sindclima.” – afirmou o presidente do Crea-MA, Eng. Mecânico Alcino Araújo Nascimento Filho.

Por Rachid Sauaia
Crea-MA

 

TÉCNICOS INDUSTRIAIS COMEMORAM SUA DATA – 23 DE SETEMBRO

Desde 2009, os profissionais de nível técnico têm em 23 de setembro o seu dia oficial. A Lei nº 11.940, sancionada pelo presidente em exercício José Alencar Gomes da Silva, também estabelecia aquele como o Ano da Educação Profissional e Tecnológica. A lei abriga os profissionais técnicos industriais e agrícolas, cuja principal mobilização atual é a aprovação do PL 2861/08. Segundo o projeto, o salário mínimo destes profissionais, inscritos nos Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia, será 66% do menor salário estabelecido pela Lei 4.950A/66, que define os salários de engenheiros, arquitetos, agrônomos e veterinários. A data coincide com a criação do Liceu de Artes e Ofícios, em 1909, por Nilo Peçanha. Em 23 de setembro, portanto, se comemora também o dia do Ensino Técnico Profissionalizante, cujo mercado encontra-se atualmente bastante aquecido.
Com 358.716 registros no Sistema Confea/Crea e Mútua, os técnicos industriais são regidos pela Lei nº 5.524/68, aplicável também aos técnicos agrícolas de nível médio e regulamentada pelo decreto nº 90.922/85. “Os técnicos industriais são formados nas escolas técnicas, municipais, federais e particulares, em diversas modalidades: mecânica, eletrônica, telecomunicações, saneamento, construção civil, edificações, mineração e química“, aponta o técnico industrial e conselheiro federal do Confea, José Cícero da Rocha. A lei estabelece que suas atividades buscam “conduzir a execução técnica dos trabalhos de sua especialidade; prestar assistência técnica no estudo e desenvolvimento de projetos e pesquisas tecnológicas; orientar e coordenar a execução dos serviços de manutenção de equipamentos e instalações; dar assistência técnica na compra, venda e utilização de produtos e equipamentos especializados e responsabilizar-se pela elaboração e execução de projetos compatíveis com a respectiva formação profissional”.
Segundo o também conselheiro federal e presidente da Associação Brasileira de Ensino Técnico Industrial (Abeti), Luís Eduardo Quitério, os técnicos industriais têm muita afinidade com os técnicos agrícolas. Ele aponta que o sucesso do XI Congresso de Sindicalismo Global, encampado pela Fentec, reforça o bom momento por que atravessa o mercado para os profissionais técnicos. “O mercado está bastante aquecido, recebemos aqui a visita do pessoal do Mercosul e do pessoal de Portugal e de Angola. Então, o mercado está muito bem, com níveis salariais ótimos. O que está deixando a gente satisfeito também é com a oferta de cursos, que está crescendo bastante, mas estamos preocupados com a qualidade, embora estejamos acompanhando”. Quitério informa que o número de escolas técnicas praticamente dobrou nos últimos quatro, cinco anos.
Também celebrando o êxito do congresso deste ano, o presidente da Federação Nacional dos Técnicos Industriais (Fentec), Wilson Wanderlei Vieira, declarou que a categoria dos técnicos industriais busca uma melhor representatividade no plenário do Confea. O cenário de reivindicações dos técnicos industriais abrange ainda a aprovação do PL 2861/08, que estabelece seu piso salarial. “Estamos vendo se colocamos nas votações finais deste ano do Congresso. Vamos aproveitar a realização da Soea para discutir este tema”, ressalta Wilson Wanderlei.

Por: Equipe de Comunicação do Confea

CREA-MA PARTICIPA DE 8º ENCONTRO DE EMPRESARIOS PROMOVIDO PELA FIEMA‏

Planejamento, avanços do sistema de ônibus, ampliação de vias e criação de vias seletivas foram algumas propostas apresentadas pelos técnicos convidados pela Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (Fiema), para o 8º Encontro com Empresários Industriais, que discutiu Planejamento e Mobilidade Urbana em São Luís. O evento foi realizado na sexta-feira, 21, na Casa da Indústria Albano Franco. O Crea-MA esteve representado pelo seu Superintendente, Eng. Civil Jorge Feres Moraes Rego.
Na abertura, o presidente da Fiema, Edilson Baldez das Neves, disse que falar de mobilidade urbana é discutir desenvolvimento, competitividade e qualidade de vida. “Hoje, as dificuldades com mobilidade tem afetado negócios e pessoas em todo o País. O tempo médio de deslocamento de um cidadão, de casa para o trabalho, nas grandes cidades, é de no mínimo uma hora”. E complementou: “essa é uma oportunidade onde gestores públicos, iniciativa privada e profissionais podem discutir e buscar soluções juntos para esse entrave, que afeta toda a população”, afirmou Baldez.
Participaram as palestrantes Lúcia Mendonça, do Ministério das Cidades, e Margareth Uemura, do Instituto Pólis de São Paulo – que discorreram sobre a Política Nacional de Mobilidade Urbana e Planejamento Urbano frente ao Crescimento Desordenado das Cidades e suas Expectativas, respectivamente – além do arquiteto e urbanista maranhense, Gustavo Marques, que abordou a Mobilidade Urbana de São Luís.
Para a palestrante do Ministério, uma das contribuições do governo federal para a falta de mobilidade no Brasil é a Lei de Mobilidade Urbana, sancionada este ano pela presidenta Dilma Rousseff, que incentiva o uso de transporte individual como a bicicleta, integrando-a com os modos de transporte coletivo. O objetivo é integrar os diferentes modos de transportes e a melhoria da acessibilidade e mobilidade das pessoas. “Com a lei, ficou bastante claro a importância de priorizarmos o transporte público e o transporte individual em detrimento ao transporte motorizado”, afirmou a representante do Mcid.
Já o palestrante Gustavo Marques apresentou um estudo que propõe investimentos no sistema viário e em transporte público (especialmente ônibus), para otimizar os deslocamentos em São Luís. No diagnóstico, estão apontadas as vias mais estranguladas pelo trânsito na cidade e as dificuldades em ampliá-las, devido à ocupação existente no entorno, tendo como solução, a criação de novos eixos de tráfego.
Segundo o estudo, a área da Forquilha é considerada o ponto mais alarmante da cidade e para onde deveriam ser deslocados os maiores investimentos, já que lá se cruzam os dois principais eixos existentes em São Luís: Centro/Anil/se estendendo para São José de Ribamar e São Francisco/São Cristóvão/se estendendo até a saída de São Luís.
“Precisamos criar soluções sustentáveis para a cidade e o interessante de investir nessa área, é que uma imensa gama da população afunila exatamente para lá – Maiobão, Cidade Operária, Cohatrac. Então, deveríamos concentrar o maior volume de investimentos para a maior população”, defendeu.

Planejamento – A representante do Instituto Pólis, Margareth Uemura, disse que os problemas se acumularam pela falta de planejamento, o que teve como consequência o crescimento desordenado das cidades. Segundo ela, mobilidade deve ser pensada como outros setoriais – habitação, saneamento – que precisam estar integrados, percebendo a cidade como um território, e não como setoriais isolados.
“Não adianta você ter uma política de habitação se você colocar a habitação no lugar errado. Você faz com que a pessoa trabalhe em um lugar e more no outro, o que causa deslocamentos desnecessários na cidade, causa congestionamento”, explicou.
Para ela, uma das soluções seria criar centralidades, isto é, áreas que concentram parte dos equipamentos públicos (escolas, hospitais, empregos) também em outros pontos das cidades, fazendo com que a população se desloque menos e tenha mais qualidade de vida, como consequência.
Para o Eng. Civil Jorge Feres, os temas das palestras de grande valor para a realidade que a cidade dos 400 anos está passando. “Temos que ter projetos voltados para o desenvolvimento e solução do trafego de São Luís, expôs o superintendente do Crea-MA.

Por Crea-MA.
Com Informações da Ascom/Fiema

CURSOS NAS ÁREAS DE CLIMATIZAÇÃO E REFRIGERAÇÃO SERÃO REALIZADOS NO MARANHÃO

 OS CURSOS SERÃO REALIZADOS ATRAVÉS DE PARCERIA ENTRE CREA-MA, SINDCLIMA E ABRAVE

A presidência do Crea-MA recebeu a visita, na tarde de ontem (20) da diretoria do Sindicato das Empresas de Climatização, Refrigeração, Ventilação, Aquecimento e Tratamento de Ar do Estado do Maranhão – Sindclima-MA. O objetivo principal foi a viabilização, em conjunto com o Crea-MA, Sindclima e Abrava – Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento para realização de eventos voltados à climatização e refrigeração no estado.

Os temas principais serão o PMOC – Programa de Manutenção, Operação e Controle, que tem como objetivo propiciar aos profissionais da área de manutenção de Sistemas de Ar condicionado para que estejam habilitados a compreender, identificar oportunidades e elaborar o plano de manutenção, operação e controle de ar condicionado. Além disso, temas como Renovação do Ar, Levantamento de Carga Térmica e Novos Gases Usados para Climatização e Refrigeração também estrão contemplados.

Estiveram presentes, além do presidente do Crea-MA, Eng. Mecânico Alcino Araújo Nascimento Filho e do Superintendente, Eng. Civil Jorge Feres Moraes Rego, O presidente do Sindclima, Cláudio Mendes, além do Secretário Clóvis Bandeira, o Diretor-Técnico Adelman dos Santos Carneiro Junior e do 1º-vice presidente Augusto César Gomes Leite.

“Recebemos a visita do Sindclima e nos mostramos parceiros para fomentar cursos nessas áreas de climatização e refrigeração. Estamos, com a viabilização desses cursos, trazendo temas voltados à engenharia do Maranhão”. – disse Alcino Araújo Nascimento Filho, presidente do Crea-MA.

A finalidade principal é levar, aos profissionais e a sociedade civil a importância desses temas. Além disso, a realização de cursos dessas áreas no Maranhão serão pioneiros, pois quase que a totalidade são realizados no eixo sul-sudeste.

“Esses cursos estarão mobilizando as instituições e os profissionais para que a lei seja cumprida e que haja a renovação do ar de forma compatível.” – finalizou Adelman Carneiro.

TÉCNICOS ESTÃO EM ALTA NO MERCADO BRASILEIRO

O mercado de trabalho nacional tem gerado boas oportunidades para os profissionais de nível técnico. É o que diz uma pesquisa realizada pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) em 18 estados brasileiros. Entre março de 2011 e abril deste ano, por exemplo, foram gerados 1,04 milhão de postos de trabalho para pessoas com nível técnico.
Mais do que vagas, esses profissionais encontram salários atrativos. Segundo o levantamento, a remuneração média de admissão dos trabalhadores das 21 ocupações técnicas mais demandadas pela indústria é de R$ 2.085,57, valor superior ao que recebem muitos trabalhadores com nível superior nessas unidades da federação. Técnicos em manutenção de aeronaves, em mineração e em mecatrônica, por exemplo, estão entre os mais bem remunerados no início da carreira, com salários acima de 2,3 mil. A explicação para isso está na grande procura por parte das empresas industriais, fazendo com que essas ocupações ganhem atratividade no mercado, especialmente se comparadas aos cargos de nível superior.
Para se ter uma ideia, em Pernambuco o salário bruto de um técnico em início de carreira é de R$ 2.545,00, superando o valor recebido por médicos que estão ingressando no mercado. Em São Paulo, a superação se repete. O salário pago aos técnicos, de R$ 2.838,78, está acima da remuneração de analistas de sistemas da região. Já em Minas Gerais – onde foi verificado o melhor salário entre as 18 unidades pesquisadas – o profissional com certificado técnico ingressa no mercado ganhando R$ 2.992,50, mais do que advogados e veterinários que atuam naquele estado.
Segundo o conselheiro federal representante das instituições de ensino técnico, tec. mec. Luis Eduardo Quitério, o profissional técnico sai na frente no mercado de trabalho por dois motivos: “O tempo de formação de um técnico é menor do que de um estudante de nível superior. Além disso, ele já sai do curso com 720 horas de estágio, apto para o mercado”.
E quanto mais experiência na bagagem, maior o ganho salarial para os profissionais técnicos. De acordo com as estimativas, trabalhadores com dez anos de experiência recebem, em média, R$ 5.690,07, aproximadamente três vezes mais o salário médio do início da carreira. Estão nessa lista os técnicos em mineração e navais, que chegam a receber mais de R$ 6,8 mil.

Formação técnica: Para o conselheiro federal Quitério, essa tendência de crescimento da demanda por técnicos no mercado é resultado do desenvolvimento acentuado da economia brasileira. “Acredito que ninguém segure mais essa tendência”, aposta. Essa oferta de vagas torna a carreira técnica interessante para os jovens que estão em fase de escolha da profissão. “Já no segundo ano do curso as indústrias buscam os estudantes nas escolas para estagiar”, conta Quitério.
A formação técnica é ainda mais atrativa para as pessoas que buscam se qualificar gastando menos tempo do que em um curso universitário e também precisam ter um retorno financeiro imediato. “O curso técnico é uma ótima alternativa para os jovens, especialmente os mais carentes que precisam dar apoio à família”, sugere o conselheiro federal representante dos técnicos industriais, tec. mec. José Cícero Rocha.

Confira a pesquisa na íntegra
http://arquivos.portaldaindustria.com.br/app/conteudo_18/2012/08/06/1269/20120806172548778167u.pdf
Por:Julianna Curado
Equipe de Comunicação do Confea